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Uma empresa que estudamos, por exemplo, pergunta no formulário de autoavaliação de remuneração do sócio quem ele ajudou durante o ano e quem mais o ajudou. A empresa enfatiza, de forma aberta e regular, a importância do comportamento colaborativo e das decisões de remuneração. Não é por acaso que essa empresa tende a ter um desempenho melhor do que a maioria na institucionalização de seus clientes. As empresas também podem tentar fomentar uma cultura de colaboração incentivando os sócios mais produtivos a serem generosos na partilha de créditos com os outros.
Algumas fornecem diretrizes, enquanto uma empresa distribui informações sobre a extensão em que cada sócio partilha créditos. Ocasionalmente, um comité de remuneração pode ajustar a remuneração de um sócio por acreditar que este tem acumulado injustamente créditos de geração de negócios para si próprio. Um membro do comité relata: “[Nós] conversamos com as pessoas sobre serem egoístas e dizemos-lhes que são punidas quando agem assim. … [Dizemos-lhes]: ‘[V]ocê pode ter ganho isso, mas está a ganhar isso porque não é um jogador de equipa.
‘” Em suma, uma empresa hoje em dia precisa incentivar seus sócios a serem empreendedores, mas a forma como isso é feito é crucial. Uma empresa que enfatiza o empreendedorismo como uma tarefa colaborativa, e não individual, pode ser mais lucrativa e proporcionar maior satisfação profissional aos seus sócios. Isso demonstra que os valores empresariais e profissionais não são inerentemente antagônicos, mas podem ser complementares.