As exposições dos bancos ao setor imobiliário comercial são representadas por seus empréstimos imobiliários comerciais em aberto. Além desses empréstimos, as participações dos bancos em títulos lastreados em hipotecas comerciais e propriedades comerciais também podem expô-los a flutuações de preços de imóveis comerciais, mas essas exposições não são consideradas na análise porque os dados não estão disponíveis. Para detalhes sobre os dados e a estrutura empírica. Nesta análise, os bancos são comparados com os preços médios de imóveis comerciais na área estatística metropolitana onde estão sediados.
Quantitativamente, para bancos com uma proporção ex ante de empréstimos imobiliários comerciais para ativos totais no 75o percentil da distribuição (correspondendo a 43 pontos percentuais), um declínio cumulativo de um desvio padrão (16%) nos preços locais de imóveis comerciais em um horizonte de dois anos implica um aumento cumulativo de 8 pontos percentuais na proporção de empréstimos imobiliários comerciais inadimplentes; um aumento cumulativo de 2,5 pontos percentuais na taxa de baixa líquida de empréstimos imobiliários comerciais; uma queda de 12% nas receitas líquidas antes do provisionamento; e um declínio de 4,9% no capital regulatório total (comparado com bancos sem exposição a empréstimos imobiliários comerciais).
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Outras extensões da análise mostram que os bancos comunitários em áreas mais densamente povoadas correm maior risco do que outros tipos de bancos comunitários para uma determinada exposição a empréstimos imobiliários comerciais, talvez porque a atividade econômica nessas áreas tenha sido mais afetada após a promulgação de políticas de contenção da COVID-19.